Seção de Cultura e Extensão
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Dia da Mulher

Participantes do Dia da Mulher em março de 2017 (foto de divulgação)

No dia 8 de março de 2017, quarta-feira, o Centro Acadêmico Rosalind Franklin (CARF) e a Comissão de Cultura e Extensão do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (CCEx-ICB USP ) promoveram a programação especial para o Dia Internacional da Mulher.

 

A programação contou com exposição, palestras, mesa de conversa, vídeos-epoimento, homenagens, teatro, entre outras atividades. O evento aconteceu no prédio ICB III, no auditório Luiz Rachid Trabulsi.

 

O evento foi aberto com a fala da professora Maria Inês Nogueira, presidente da CCEx, que discursou sobre a importância da mulher na história. O evento seguiu com discursos de outros professores, homenagens e reconhecimentos a importantes representantes do sexo feminino do instituto e da universidade. Durante a tarde, uma seção teatral foi exposta aos estudantes, que marcaram presença em grande número. O evento foi encerrado com palestras contrastando a diferença de gênero no ambiente universitário.

Um pouco mais sobre a Rosalind:

“Rosalind Franklin nasceu em 1920 na Inglaterra, seu pai queria ser um cientista, mas devido à Primeira Guerra Mundial, precisou desistir desses planos. Quando a filha demonstrou as mesmas inclinações, seu pai tentou convencê-la do contrário, pois era uma carreira muito difícil para mulheres. Apesar disso, em 1938, ela entrou na universidade de Cambridge para estudar química. Apesar de excelente aluna, e de ter ganho uma bolsa de estudos de pós-graduação, o laboratório não era muito favorável ao trabalho de uma mulher. E por isso, ela foi à Paris, no Laboratório Central de Estudos Químicos do Estado, onde começou a trabalhar com Maurice Wilkins, em uma relação não muito agradável, em que ele a via como simples assistente. Rosalind desenvolveu estudos com duas moléculas diferentes de DNA, com diferentes níveis de hidratação, e através da difração de raio X, chegou a conclusão que os fosfatos ficariam do lado externo da molécula, que provavelmente era uma hélice. Ela apresentou esses dados em uma conferência no King’s College, em Londres, na qual James Watson estava presente. Watson, seis dias após a palestra de Rosalind, apresentou um modelo com uma tripla hélice, e comentou com Crick sobre os resultados da fisicista, sobre os quais admitiu “não ter prestado muita atenção ao que ela falava”, mas procuraram Wilkins, que mostrou os resultados de Rosalind, sem sua autorização. Em 1953, Watson e Crick publicaram na Nature a descoberta da correta estrutura do DNA.” (Fonte: Cientistas Feministas)

Mais informações: ccext@icb.usp.br



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